Otávio Leite, Deputado Federal (RJ)
"Para compreender a dimensão da importância do Real é preciso fazer uma análise sob o ponto de vista centenário. No quadro histórico que estamos vivendo, o mais importante avanço, em termos de economia, foi, sem dúvida, o Plano Real, que conseguiu acabar com a inflação - um monstro que, há décadas, corroía o bolso do brasileiro. “Nós do PSDB somos a verdadeira esquerda”, como sempre dizia o ex-senador Artur da Távola. Só tenho a lamentar que a inflação já tenha novamente escancarado as portas das casas brasileiras. E começando por prejudicar justamente aqueles que o Real mais beneficiou: as classes econômicas menos favorecidas.”
Bruno Araújo, Deputado Federal (PE)
"O Plano Real foi o início de um processo de recuperação não só da economia brasileira, mas da própria estabilidade política nacional. Além de ter marcado a retomada da credibilidade do país diante da comunidade internacional. Ao garantir alicerces para um desenvolvimento seguro, dinamizou o mercado de trabalho, abrindo as portas para novos empregos. No momento em que a inflação ameaça voltar - e assusta especialmente a população mais pobre -, cabe a este governo enfrentá-la com a mesma responsabilidade assumida pelo PSDB, há 14 anos, quando criou o Plano Real."
Gustavo Fruet, Deputado Federal (PR)
“Em toda a História do Brasil, nenhum plano econômico cumpriu melhor seu objetivo do que o Real. Estabilizou a moeda e devolveu saúde econômica à Nação, salvando os brasileiros da alta diária dos preços. O Real é o plano mais consistente entre todos que já vivemos.”
Luiz Carlos Hauly, Deputado Federal (PR)
“O País estava exaurido com tantos planos econômicos que não davam certo. Quando, em janeiro de 1994, o governo Fernando Henrique lançou a URV – Unidade Real de Valor – e, com isto, criou uma correlação entre preços e salários -, a Nação foi se conscientizando de que a hipótese de atrelar uma coisa a outra não só era possível, como ajudaria ao equilíbrio econômico. Por seis meses, empresários e trabalhadores foram se acostumando com a nova realidade. Mas a inflação tinha causado tanto sofrimento que o descredito persistia. Quando, em julho daquele ano, o Plano Real foi lançado, persistia a dúvida sobre a possibilidade de um plano econômico dar certo. A maior beleza do Real foi justamente esta: era mais um plano econômico, só que tinha um lastro a garanti-lo: a URV. Daria certo. E deu. O Real está aí, até hoje, garantindo estabilidade econômica. Então, o que o PSDB delegou ao País, além de estabilidade política – já que foi o primeiro governo democrático depois de 20 anos de ditadura -, foi também estabilidade econômica. Esta que permaneceu aí, por estes últimos 14 anos."
Antonio Carlos Mendes Thame (SP), Deputado Federal
"O maior ganho do Plano Real foi debelar a inflação, que sempre penalizou principalmente aos pobres. Estabilizar a moeda foi, inclusive, a maior contribuição para o início do processo de diminuição da concentração de renda no Brasil. Mas o governo atual tem adotado medidas que trazem o risco de retorno do descontrole de preços. A concentração das empresas de telecomunicações é uma destas. Monopólios diminuem a concorrência e, em conseqüência, aumentam preços. Ou seja, o povo, novamente, é quem paga mais. São notícias desastrosas as que demonstram a volta da inflação! É preciso que a população se organize e cobre do governo estímulos para aumentar a produção. É urgente dar fim ao uso exclusivo da elevação da taxa de juros, que só penaliza os mais pobres."
Luiz Paulo Vellozo Lucas, Deputado Federal (ES)
"O Real trouxe a possibilidade de visualizar um horizonte palpável. Uma moeda estável cria condições para aumentar os investimentos e o consumo, melhorando o horizonte dos negócios. Moeda não é só uma questão de auto-estima, mas de garantia de futuro. Infelizmente, a má fé ou a desinformação, ou ainda as duas coisas combinadas impedem que muitas pessoas percebam que esses frutos da estabilidade foram plantados há muitos anos. Acredito que as mudanças foram para valer Ou seja, não acho que uma hiperinflação voltará a assombrar o Brasil. Mas não há dúvidas que o atual governo está fazendo com que o custo da manutenção da estabilidade econômica seja alto. É preciso diminuir os gastos correntes em relação ao Produto Interno Bruto. Isso, sem dúvida, faria com que o custo da estabilidade fosse menor."
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