REAL 14 ANOS 05/07/2008

Otávio Leite, Deputado Federal (RJ)

"Para compreender a dimensão da importância do Real é preciso fazer uma análise sob o ponto de vista centenário. No quadro histórico que estamos vivendo, o mais importante avanço, em termos de economia, foi, sem dúvida, o Plano Real, que conseguiu acabar com a inflação - um monstro que, há décadas, corroía o bolso do brasileiro. “Nós do PSDB somos a verdadeira esquerda”, como sempre dizia o ex-senador Artur da Távola. Só tenho a lamentar que a inflação já tenha novamente escancarado as portas das casas brasileiras. E começando por prejudicar justamente aqueles que o Real mais beneficiou: as classes econômicas menos favorecidas.”

Bruno Araújo, Deputado Federal (PE)

"O Plano Real foi o início de um processo de recuperação não só da economia brasileira, mas da própria estabilidade política nacional. Além de ter marcado a retomada da credibilidade do país diante da comunidade internacional. Ao garantir alicerces para um desenvolvimento seguro, dinamizou o mercado de trabalho, abrindo as portas para novos empregos. No momento em que a inflação ameaça voltar - e assusta especialmente a população mais pobre -, cabe a este governo enfrentá-la com a mesma responsabilidade assumida pelo PSDB, há 14 anos, quando criou o Plano Real."

Gustavo Fruet, Deputado Federal (PR)

“Em toda a História do Brasil, nenhum plano econômico cumpriu melhor seu objetivo do que o Real. Estabilizou a moeda e devolveu saúde econômica à Nação, salvando os brasileiros da alta diária dos preços. O Real é o plano mais consistente entre todos que já vivemos.”

Luiz Carlos Hauly, Deputado Federal (PR)

“O País estava exaurido com tantos planos econômicos que não davam certo. Quando, em janeiro de 1994, o governo Fernando Henrique lançou a URV – Unidade Real de Valor – e, com isto, criou uma correlação entre preços e salários -, a Nação foi se conscientizando de que a hipótese de atrelar uma coisa a outra não só era possível, como ajudaria ao equilíbrio econômico. Por seis meses, empresários e trabalhadores foram se acostumando com a nova realidade. Mas a inflação tinha causado tanto sofrimento que o descredito persistia. Quando, em julho daquele ano, o Plano Real foi lançado, persistia a dúvida sobre a possibilidade de um plano econômico dar certo. A maior beleza do Real foi justamente esta: era mais um plano econômico, só que tinha um lastro a garanti-lo: a URV. Daria certo. E deu. O Real está aí, até hoje, garantindo estabilidade econômica. Então, o que o PSDB delegou ao País,  além de estabilidade política – já que foi o primeiro governo democrático depois de 20 anos de ditadura -, foi também estabilidade econômica. Esta que permaneceu aí, por estes últimos 14 anos."

Antonio Carlos Mendes Thame (SP), Deputado Federal

"O maior ganho do Plano Real foi debelar a inflação, que sempre penalizou principalmente aos pobres. Estabilizar a moeda foi, inclusive, a maior contribuição para o início do processo de diminuição da concentração de renda no Brasil. Mas o governo atual tem adotado medidas que trazem o risco de retorno do descontrole de preços. A concentração das empresas de telecomunicações é uma destas. Monopólios diminuem a concorrência e, em conseqüência, aumentam preços. Ou seja, o povo, novamente, é quem paga mais. São notícias desastrosas as que demonstram a volta da inflação! É preciso que a população se organize e cobre do governo estímulos para aumentar a produção. É urgente dar fim ao uso exclusivo da elevação da taxa de juros, que só penaliza os mais pobres."

Luiz Paulo Vellozo Lucas, Deputado Federal (ES) 

"O Real trouxe a possibilidade de visualizar um horizonte palpável. Uma moeda estável cria condições para aumentar os investimentos e o consumo, melhorando o horizonte dos negócios. Moeda não é só uma questão de auto-estima, mas de garantia de futuro. Infelizmente, a má fé ou a desinformação, ou ainda as duas coisas combinadas impedem que muitas pessoas percebam que esses frutos da estabilidade foram plantados há muitos anos. Acredito que as mudanças foram para valer Ou seja, não acho que uma hiperinflação voltará a assombrar o Brasil. Mas não há dúvidas que o atual governo está fazendo com que o custo da manutenção da estabilidade econômica seja alto. É preciso diminuir os gastos correntes em relação ao Produto Interno Bruto. Isso, sem dúvida, faria com que o custo da estabilidade fosse menor."

escrito por deputados federais do PSDB às 09:37
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SAÚDE, CRIANÇAS! 04/07/2008

"O Brasil ter conseguido reduzir, nos últimos 10 anos, significativamente a desnutrição infantil é uma ótima notícia. É preciso lembrar, entretanto, que isso não se trata de mérito do atual governo. Esse processo começou em 1994. Já naquela época, no governo Fernando Henrique, as bases da atual política foram lançadas. A melhoria da nutrição começou naquele tempo. Obviamente, ajudou muito neste processo, a melhora na economia - que adquiriu maior estabilidade na esteira do Plano Real, lançado também pelo Governo FHC. Afinal, penso ser indiscutível que muito da melhora na saúde das populações mais pobres depende da renda familiar. Espero que esse tipo de política permaneça nos próximos anos. Para que assim, segundo minhas expectativas, possamos alcançar 90% de redução para a desnutrição infantil em cerca de 8 anos.” (Sobre a redução de 46% dos índices brasileiros de desnutrição infantil, divulgados neste início de julho).

escrito por Manoel Salviano, Deputado Federal (CE) às 16:11
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PARIDADE ENTRE APOSENTADOS 04/07/2008

“A idéia desta minha Proposta de Emenda à Constituição é a de que os aposentados por invalidez permanente a partir de 2004, que tenham ingressado no serviço público até 16 de dezembro de 1998, passem a receber proventos integrais e tenham garantidos os benefícios adquiridos pela carreira dos servidores em atividade. Até dezembro de 2003, esses direitos eram garantidos aos aposentados em decorrência de acidente em serviço, moléstia profissional, doença grave ou contagiosa. No entanto, a reforma aprovada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998; e, posteriormente aperfeiçoada pelas ECs nºs 41, de 2003, e 47, de 2005, tirou dos servidores aqueles direitos históricos que previam uma perspectiva de aposentadoria por invalidez permanente com proventos integrais.” (Sobre a PEC de sua autoria que propõe a paridade entre os aposentados por invalidez no serviço público.)

escrito por Andréia Zito, Deputada Federal (RJ) às 14:05
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DESENVOLVIMENTO COMPROMETIDO 04/07/2008

“É imprescindível prestar toda a atenção ao ritmo menos intenso que vem sendo registrado no crescimento econômico brasileiro. Estou muito preocupado com os rumos da nossa economia! Os gastos públicos estão bastante elevados... E acabam causando o engessamento da economia nacional. Outro fator que reputo absurdo é a queda do volume de investimentos previstos para o Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC). Entre maio e junho deste ano, este montante caiu pela metade.” (Sobre atuais indícios de instabilidade econômica no Brasil.)

escrito por Vanderlei Macris, Deputado Federal (SP) às 10:39
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NOTA DE ESCLARECIMENTO 04/07/2008

A respeito dos estarrecedores episódios da mortalidade de bebês no Hospital da Santa Casa de Misericórdia do Pará informo:

I – Fiz pronunciamento na última quarta-feira, no plenário da Câmara dos Deputados, em solidariedade às famílias das 24 vítimas recém-nascidas. Relatei, também, a denúncia dos funcionários da Santa Casa, veiculada no Jornal "A Tarde", da Bahia, no dia 1º de julho, sobre a existência de mais 12 corpos na câmara fria do referido hospital.

II – Em razão dos fatos comprovados e das denúncias, requeri a criação de uma comissão externa, com representantes da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, e força tarefa do Governo Federal para participar das apurações do caso.

III – Nesta quinta-feira, dei entrada em representação, que foi aprovada por unanimidade, no Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana da Presidência da República, para a formação de Comissão Externa de apuração, que estará em Belém no dia 10/07/2008, acompanhando as Comissões do Senado e da Câmara.
Esclareço que não visitei recentemente o Hospital e que o farei quando da ida das Comissões. Portanto, qualquer informação diferente desta é equivocada.

escrito por Zenaldo Coutinho (PA), Líder da Minoria na Câmara dos Deputados às 10:32
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MAIS PARA CAIXA QUE PARA FUNDO 04/07/2008

“O Fundo Soberano será, para o governo, muito mais um caixa para ser utilizado em algum momento necessário do que uma forma de investimento em empresas brasileiras no exterior. O mundo está entupido de dinheiro para investimentos. As empresas brasileiras conseguem recursos com facilidade, não precisam de dinheiro do BNDES". (Em declaração à edição deste 4 de julho, do jornal VALOR ECONÔMICO, sobre o projeto de lei que cria o Fundo Soberano Brasileiro, cuja mensagem de encaminhamento ao Congresso já foi assinada pelo presidente.)

escrito por José Aníbal (SP), Líder do PSDB na Câmara Federal às 10:22
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